Que os críticos do público são muito azedos eu já sabia, mas não esperava era que alguém visado por essas críticas respondesse à letra.
A Bela e o Paparazzo levou uma bola preta de um dos críticos da Ípsilon, Vasco Câmara, e o realizador do filme não gostou nada dessa crítica "cega". Já era altura de alguém fazer frente a esses senhores que gostam de empurrar alguns filmes para a lama (não é que eles caiam nela), e assim foi: António Pedro Vasconcelos defendeu-se dos ataques de Vasco Câmara na própria Ípsilon com a seguinte crónica:
O cinema xunga e os consumidores de "junk food".
Quanto a esta discussão toda, não me coloco do lado de ninguém, uma vez que também não li a crítica de Vasco Câmara. Mas por muito que António Pedro Vasconcelos se defenda, A Bela e o Paparazzo continua a ser uma valente banhada (e anda este senhor a fazer cinema há 40 anos).

Nuno Markl já viu
A Bela e o Paparazzo, o mais recente de filme de António Pedro Vasconcelos. Participando como actor no filme, é suspeito, mas acreditemos nele e demos uma hipótese a um filme português que, apesar de ter a Soraia Chaves, pode ser que não tenha sexo gratuito e mamocas à mostra. Pois segundo o próprio:
"Kudos para o António-Pedro Vasconcelos e o Tiago R. Santos por terem criado uma comédia romântica tão elegante, veloz e divertida e por provarem que ser comercial não implica não ser inteligente e acutilante."
Para aguçar ainda mais o apetite aos seus seguidores no twitter, Nuno Markl decidiu vestir-se (metaforicamente) de Willy Wonka e prometeu dar um golden ticket para a ante-estreia VIP do filme no dia 21. Não sei o que vai ser preciso para receber esse bilhete, mas na via das dúvidas vou já começar a comprar tabeletes de chocolate. Desejem-me sorte.