Guy Ritchie traz-nos a última estreia do ano - 31 de Dezembro. É preciso dizer o título do filme?

O ano passado Wall-E foi praticamente ignorado pela Academia. O inevitável Óscar de Melhor Animação não foi suficiente para honrar a peça cinematográfica criada pela Pixar. Esquecido nas outras categorias, a Academia parece que continua com preconceitos em relação aos filmes de animação. Veremos se este ano não se repete a situação. Desde as categorias mais técnicas, passando pela música, por Pete Docter e até ao argumento, Up tem tudo para ser merecedor de duas mãos cheias de nomeações. A campanha para as nomeações aos Óscares já começaram. Agora com dez nomeados à categoria principal, não tem como deixar Up de fora dos nomeados a Melhor Filme. Fico a torcer deste lado.
Seria ganho-ganho, espectador-ambiente, pagaríamos menos e sem dúvida que não haveria um desperdício tão grande em óculos como tenho a certeza que há. É de lamentar a sede pelo lucro... Eu cá sei o que fazer: guardo os meus óculos e levo-os sempre que for ver um filme 3-D, na bilheteira são menos uns que têm que entregar...
Excerto retirado do MSN Entretenimento:
Em Toronto o escritor falou aos fãs sobre o seu novo livro “Under the Dome”, anunciando também que começou a trabalhar numa possível ideia para uma sequela de “The Shining”, publicada em 1977. Nesta sequela Danny, a personagem principal, terá 40 anos e trabalhará em Nova Iorque como assistente hospitalar num hospício para doentes em fase terminal.O autor pronunciou-se sobre Danny, referindo que a história da personagem estará ligada ás suas experiências passadas no “Overlook Hotel”, onde o seu pai tentou matá-lo e a sua mãe acabou por morrer. Ele é, aparentemente um assistente hospitalar, mas o seu verdadeiro intuito é facilitar a morte dos doentes com poderes psíquicos, enquanto lucra com a situação.
Contudo Stephen King afirmou em Toronto que ainda não está “completamente comprometido” com esta sequela e acrescentou: “Talvez se eu continuar a falar disto não terei de escrevê-lo”.
Natal. Época de paz, harmonia, consumismo, reunião familiar... e filmes de Natal. Das dezenas de filmes natalícios que as televisões passam nesta época, muito poucos valem a pena. Há que saber escolher para não ficar com a ideia que todos os filmes de Natal são maus. Aliás, nem todos são da Disney...
Uma comédia romântica britânica perfeita para uma noite à lareira com a cara-metade. Como é óbvio, passa-se durante o Natal. Elenco de luxo e orgulho nacional em alta, não fosse a nossa portuguesinha Lúcia Moniz fazer parte do elenco principal (embora tenham ocultado isso no poster original).
Uma comédia romântica britânica perfeita para uma noite à lareira com a cara-metade. Como é óbvio, passa-se durante o Natal. Elenco de luxo e orgulho nacional em alta, não fosse a nossa portuguesinha Lúcia Moniz fazer parte do elenco principal (embora tenham ocultado isso no poster original).
O Sun Times elegeu os Filmes com os 11 Finais Mais Ambíguos . Tudo isto para quê? Para escolher os finais que menos lhes agradaram. Ora vejamos alguns:
- Casablanca (1942): para além de não gostarem de Ingrid Bergman não ficar com a sua paixão e ir embora de avião com o Paul Heinred, gostaram ainda menos de Humprey Bogart a caminhar com Claude Rains para um futuro homossexual. Isto pelo "It's a beginning of a beatiful friendship". Eu nunca vi a coisa deste prisma. Devem ter ficado paranóicos depois de ver Brokeback Mountain.
- Chinatown (1974): outra coisa que não devem gostar é de calotes. Porque para eles Jake Gittes a sair do caso e não haver ninguém para lhe pagar é caso para torcerem o nariz ao final do filme.
- The Godfather (1972): Michael mente a Kay e a porta fecha-se. Para mim foi final digno. Para outros não. Bem, não pensem na cena como o final. Pensem na trilogia toda, assim o final é com o Michael a cair da cadeira. Já dá pa satisfazer.
- Bonnie And Clyde (1967): "Then what?" Queriam mais o quê? O funeral?
Uma lista que não compreendi muito bem. A começar pelo titulo: "...Worst Ambiguous..."
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